Em texto repercutido pelo site SWLing Post, o ex-jornalista Kim Andrew Elliott argumenta que o Congresso norte-americano precisa garantir recursos contínuos para a Voice of America (VOA). A peça lembra estações históricas, como a Edward R. Murrow Transmitting Station na Carolina do Norte, e reforça que a radiodifusão internacional dos EUA ainda funciona como uma importante forma de soft power.
Segundo Elliott, a VOA entrega jornalismo crível em locais onde a liberdade de imprensa é limitada ou onde governos controlam a informação. Manter financiamento público, diz ele, assegura que audiências em países autoritários tenham acesso a reportagens independentes e a coberturas que não passam por censura local.
O autor alerta que reduzir verbas enfraqueceria uma fonte consolidada de jornalismo global, justamente em um momento em que desinformação e repressão à imprensa aumentam em várias regiões.
Leitores destacam pontos distintos: há quem questione a independência institucional da VOA e compare com veículos públicos que também enfrentam críticas; outros ressaltam a vantagem técnica do rádio em ondas curtas, capaz de alcançar áreas onde internet e mídia locais são bloqueadas ou pouco confiáveis.
Para Elliott, e para quem apoia a manutenção do serviço, confiar apenas na internet e em emissores locais é míope. A decisão do Congresso sobre o financiamento da VOA, conclui o texto, terá impacto direto na capacidade dos EUA de sustentar uma voz jornalística confiável no exterior.
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