9G5CC, 9G5RR e 9G5ZP: equipe IDXT ativa do Gana e da Ilha Abokwa (IOTA AF‑084) em março–abril de 2026 — guia para quem busca contatos em HF

9G5CC, 9G5RR e 9G5ZP: equipe IDXT ativa do Gana e da Ilha Abokwa (IOTA AF‑084) em março–abril de 2026

Membros do time IDXT estarão on‑air do Gana continental e da Ilha Abokwa durante março e abril de 2026; operação será nas bandas HF e logs serão disponibilizados

Uma equipe do grupo IDXT confirmou atividade DX a partir do Gana e da Ilha Abokwa entre março e abril de 2026. Os operadores usarão os indicativos 9G5CC e 9G5RR a partir do continente e 9G5ZP a partir de Abokwa Island — referência IOTA AF‑084 — com operação planejada nas bandas HF.

Operação DX: callsigns, período e como acompanhar

Segundo a equipe, as operações ocorrerão ao longo de março e abril de 2026. A intenção é trabalhar diversas faixas HF, buscando completar contatos com estações de todos os continentes. Logs e ferramentas de busca serão disponibilizados ao público — acompanhe as páginas oficiais do IDXT e os bancos de spots DX para confirmação de horários, modos de operação (SSB, CW, digitais) e atualizações de frequência.

Para radioamadores interessados em confirmar os contatos, recomenda‑se monitorar os clusters DX e os anúncios do IDXT. As janelas de melhor propagação variam por banda e horário; atenção especial a 20m e 17m nas manhãs e finais de tarde, além de possibilidade de aberturas em 40m e 80m durante a noite local.

Gana no mapa: localização, relevo e clima

O Gana está localizado na porção ocidental da África, com costa voltada para o Golfo da Guiné e fronteiras terrestres com Burkina Faso, Togo e Costa do Marfim. O país ocupa cerca de 240.000 km², em sua maior parte plano, com áreas de relevo mais acidentado na faixa leste onde se eleva o ponto mais alto referido como Afadjeto, com cerca de 885 metros.

O clima é predominantemente subequatorial, com estações chuvosa e seca bem definidas; próximo ao litoral há transição para clima mais equatorial, com florestas tropicais úmidas e maior umidade relativa. O Volta é o principal curso d’água, cuja barragem no século XX formou um grande lago artificial que é elemento geográfico e econômico relevante.

Pontos de interesse: parques, cidade e patrimônio

Entre as atrações naturais, o Kakum National Park é destaque. Criado no início do século XX, o parque preserva florestas densas, rica avifauna (mais de trezentas espécies registradas) e mamíferos como antílopes e felinos de floresta. Trilhas e um centro de educação ambiental ajudam visitantes a conhecer a biodiversidade local; há também opções de hospedagem em acampamentos dentro da área protegida.

A capital, Accra, concentra política, indústria e vida cultural. Com arquitetura que mistura legado colonial e edifícios contemporâneos, Accra abriga o Museu Nacional — palco para coleções que narram a história e tradições locais — e marcos históricos como o Osu Castle, antigo posto europeu e hoje aberto à visitação em trechos selecionados. A cerca de 30 km da capital fica o Jardim Botânico de Aburi, criado no fim do século XIX, com coleções de plantas tropicais e árvores plantadas por visitantes ilustres ao longo das décadas.

Cultura, línguas e tradições

O Gana é culturalmente rico e plural. Apesar de a maior parte da população professar o cristianismo, crenças tradicionais e cultos ancestrais permanecem fortes em diversas regiões. Em rituais locais são usados talismãs em madeira e cerâmica, muitas vezes confeccionados por mulheres, e práticas sincréticas coexistem com igrejas cristãs e outros cultos.

Embora o inglês seja a língua oficial, uma parcela significativa da população usa línguas locais no dia a dia; entre as mais faladas figuram variantes asante, ewe e fante. Artesanato tradicional — móveis entalhados, tecidos coloridos, instrumentos musicais e joias em ouro — é valorizado por moradores e turistas, servindo também como importante fonte de renda.

Logs, confirmações (QSL) e recomendações para radioamadores

A equipe IDXT informou que disponibilizará pesquisas de log (log search) para os indicativos 9G5CC, 9G5RR e 9G5ZP. Operadores que fizerem contato devem checar os bancos de dados DX e as redes sociais do grupo para instruções sobre pedidos de QSL — muitas expedições adotam processos de QSL eletrônica via LoTW e eQSL, além de opções tradicionais por cartão via bureau.

Dicas práticas: grave horários e frequências dos contactos, verifique o modo usado (SSB, CW ou digitais), confirme seu próprio log com precisão e atente para possíveis pileups (multidão de estações tentando contato). A propagação pode alterar rapidamente as faixas mais efetivas, portanto mantenha o receptor em escuta e ajuste antenas para otimizar o sinal.

Comentários e relatos de quem conseguir contato com 9G5CC, 9G5RR ou 9G5ZP serão úteis para a comunidade — compartilhe suas experiências nos fóruns e clusters DX para ajudar outros operadores a localizar as estações e completar suas confirmações.

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