HC1MD/2 em Santa Elena, Equador: ativação de radioamadoria, QSL e os misteriosos túneis da ‘Biblioteca de Metal’

HC1MD/2 em Santa Elena, Equador: ativação de radioamadoria, QSL e os misteriosos túneis da ‘Biblioteca de Metal’

Ativação de rádio amador, informações de contato para QSL e um olhar sobre as lendas arqueológicas que envolvem a região

O radioamador Richard, identificado pela indicação NE8Z, está ativo atualmente como HC1MD/2 a partir da província de Santa Elena, no Equador. A operação tem foco nas faixas de HF, com ênfase em CW (morse). Entusiastas que desejam confirmar contatos e solicitar cartões QSL podem fazê‑lo via K8LJG e também pelo sistema Logbook of The World (LoTW).

Para QSL direto, a indicação disponível é: JOHN C KROLL, K8LJG, 3528 CRAIG DR, FLINT, MI 48506, USA. Em anúncios recentes de spots de DX, HC1MD/2 aparece nas listas de atividades, o que aumenta as chances de contato para operadores interessados em multiplicar suas confirmações com uma nova entidade geográfica.

Operação de rádio: detalhes práticos para quem busca fazer contato

Richard — NE8Z operando HC1MD/2 — tem concentrado suas transmissões em HF e, principalmente, em modo CW. Operadores que desejam aumentar a chance de contato devem monitorar as faixas tradicionais de CW e acompanhar spots de DX em tempo real. A confirmação via LoTW é indicada para agilizar o registro, mas quem prefere QSL físico pode usar o endereço do K8LJG informado acima.

Equador: breve histórico social e composição étnica

O Equador é uma pequena república na América do Sul com uma história social complexa. Desde a colonização espanhola no século 16, as estruturas de poder e as tensões étnicas influenciaram a organização da sociedade. Ao longo dos séculos, ocorreram movimentos de resistência que culminaram na independência formal e na consolidação do país no início do século 19.

Atualmente, a população equatoriana reúne diversas identidades: mestizos (mistura indígena e europeia), povos indígenas, brancos e afro‑equatorianos. O espanhol é a língua predominante, mas idiomas indígenas como o quíchua também são falados em diversas regiões, refletindo heranças culturais profundas e persistentes.

A ‘Biblioteca de Metal’ e os túneis subterrâneos: relatos e proteção

Além da rica diversidade cultural, circulam relatos e narrativas sobre sítios arqueológicos e complexos subterrâneos no Equador. Segundo descrições divulgadas desde o fim dos anos 1960, foi encontrado um sistema de túneis e câmaras contendo placas metálicas com inscrições e relevos — o que ficou conhecido na imprensa como a chamada ‘Biblioteca de Metal’. Relatos afirmam que esses achados incluiriam representações de animais, figuras humanas e até imagens semelhantes a répteis e cenas surpreendentes que, para alguns, sugerem conhecimentos antigos pouco explicados.

Pesquisadores e autoridades tratam essas descobertas com cautela: a decifração das inscrições é, segundo relatos, ainda incerta, e há controvérsias sobre a cronologia e a interpretação do material. Em consequência, o acesso a determinadas entradas de túneis e a alguns sítios é controlado pelo Estado e por lideranças locais, numa tentativa de preservar o patrimônio e evitar saques.

Turismo, conservação e o papel das comunidades locais

Alguns pontos de entrada para áreas arqueológicas próximas às estruturas subterrâneas são visitáveis, e guias turísticos levam interessados até a periferia desses locais. No entanto, nem todos os condutores aceitam levar estranhos aos locais mais sensíveis — prática que reflete tanto preocupações com segurança quanto com a preservação de achados culturais. O equilíbrio entre turismo, pesquisas científicas e respeito às comunidades locais é tema recorrente quando se discute a gestão do patrimônio no Equador.

Para quem viaja ao país, a província de Santa Elena, localizada na região costeira, oferece paisagens litorâneas e pontos atrativos para visitantes, além de ser atualmente a base da operação HC1MD/2. Radioamadores e turistas interessados em história podem encontrar na região uma sobreposição de experiências técnicas e culturais.

Se você fez contato com HC1MD/2 ou visitou locais arqueológicos no Equador, comentários e relatos de campo contribuem para documentar tanto as operações de DX quanto as práticas de preservação do patrimônio local.

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